Policiais civis efetuam prisões de envolvidos no tráfico de drogas em São Félix do Xingu

Policiais civis deflagraram, ontem, (15), operação policial de repressão ao tráfico de drogas, em São Félix do Xingu, sudeste paraense. Duas pessoas ligadas a facções criminosas e responsáveis pelo comércio ilegal de entorpecentes foram presas em flagrante durante a ação policial. Um dos presos é Acelino Cabral Souza, de apelido "Carajás". Além de ter sido preso em flagrante com quatro pedras de "óxi" de cocaína, ele também teve cumprido um mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça pela autoria de um homicídio ocorrido em 23 de setembro do ano passado na região.

A outra pessoa presa é Luana Alves Pereira que foi flagrada com três tabletes de maconha prensada com peso total de 1.6 quilos. Segundo o delegado Matheus Omizzolo, a prisão de Acelino foi realizada após levantamentos preliminares feitos pela equipe policial para localizar a casa em que o acusado estava escondido no município. Após ser abordado pelos policiais civis, a casa foi revistada e assim as drogas foram encontradas no quarto do preso.

Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de São Félix do Xingu para lavratura dos procedimentos cabíveis e cumprimento do mandado de prisão. Em seguida, a equipe de policiais civis efetuou a prisão de Luana Pereira pela prática de tráfico de drogas. Após receber informação de que ela havia acabado de chegar com drogas à cidade de São Félix do Xingu, procedente de Marabá, os policiais civis foram até a casa onde ela estava e, no local, ficaram no aguardo da chegada da acusada. Até que ela foi abordada, ao chegar à residência de moto.

Dentro de uma mala carregada pela suspeita, os policiais civis encontraram três tabletes de maconha prensada com peso total superior a 1.6 quilo. Diante da situação flagrancial, ela foi conduzida à Delegacia para lavratura da prisão em flagrante. Participaram da operação a equipe da Delegacia de Polícia Civil de São Félix do Xingu formada pelo delegado Matheus Omizzolo, investigadores Flaytoon e Rafael Marques; escrivães Bruno e Pedro, e papiloscopista policial Bruno Veras.

Foto: Polícia Civil